Muitas vezes o foco dos brasileiros é buscar destinos internacionais para viajar, esquecendo que no Brasil existem inúmeros lugares tão bons e bonitos, ou até mais quanto em outros países.

Entretanto, por que primeiro conhecer o exterior e esquecer do próprio país?

O Brasil, país que encanta os olhos de quem vê, com suas belezas, diversidade e histórias, este país do tamanho de um continente, além de possuir 27 unidades federativas, detém de diversidades muito marcantes e reconhecidas não só nacional, como internacional. Indo do acarajé da Bahia ao pão de queijo de Minas Gerais, das praias paradisíacas de Santa Catarina às Cataratas de Foz do Iguaçu, das lagoas cristalinas em Bonito aos cânions de Cambará do Sul.

Que nós somos um lugar enorme com muito a conhecer, isso não pode-se ter dúvidas nunca, então por que não vivenciar as diversidades que existem nesse país tropical abençoado?

Você já se aventurou pelos cânions Fortaleza, com sua vista verde única e a famosa Pedra do Segredo? Já visitou Alter Chão “Caribe Amazônico” e suas lindas praias? Tem muita gente que ainda não ouviu falar dessa charmosa vila no interior do estado do Pará.

Quem já conheceu este lugar não se arrepende e na verdade afirma ser um dos lugares mais especiais do Brasil.

Já deslumbrou a belíssima Ilha do Mel ou andou no incrível Trem da Serra do Mar? Vai me dizer que nem pelo Buraco do Padre você passou? Conhece a Serra do Rio do Rastro com uma das estradas mais impressionantes do mundo? Ou o Parque do Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo que abriga a maior porção de Mata Atlântica preservada do Brasil e mais de 300 cavernas. É considerado hoje um patrimônio da humanidade, reconhecido pela UNESCO.

E os Lençóis Maranhenses? A areia branca e fina marca o paradisíaco caminho percorrido pelos viajantes em meio ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. As lagoas de água doce entre as dunas formam um cenário único em todo o mundo e é impossível não se emocionar ao chegar no topo da paisagem e ver a imensidão dos Lençóis Maranhenses.

Conhece o Pantanal?

Na maior planície inundável do planeta, cenário de uma incrível biodiversidade, o Pantanal sul-mato-grossense é a combinação harmoniosa entre água, fauna, flora e gente. Passear pelo Pantanal é uma aventura.

Seja tocando uma comitiva, andando a cavalo ou de caminhonete 4×4 dentro d’água visitando regiões com muitas flores, vegetação exuberante e muita água, seja relaxando ao pôr-do-sol, refletido nas águas das lagoas e salinas, saboreando a deliciosa culinária pantaneira, com peixes, carne de gado ou carneiro e muitos doces locais.

Temos também os encantos do Jalapão. Localizada no Estado do Tocantins, a região encanta por suas águas abundantes, chapadões e serras.

Entre os atrativos mais procurados estão a Cachoeira da Velha, uma enorme queda d’água em forma de ferradura de aproximadamente 100 metros de largura e 15 metros de altura; as Dunas, cartão postal do Jalapão, composto por areias finas e alaranjadas que chegam à 40 metros de altura; os Povoados do Mumbuca e Prata, comunidades remanescentes de quilombos, cuja visitação possibilita ao turista vivenciar a cultura local; a Serra do Espírito Santo, formação rochosa onde é possível apreciar a flora da região; a Cachoeira do Formiga, um encantadora nascente de água verde-esmeralda; e os Fervedouros, com suas águas transparentes, nas quais é impossível afundar.

São tantos locais que devemos conhecer, que ficamos até mesmo perdidos não é mesmo? Por isso, é sempre bom começar conhecendo primeiro a sua cidade, o seu estado e o seu país antes de querer dar a volta ao mundo.

Ter em sua bagagem pessoal o gostinho saboroso de conhecer o Brasil de norte à sul, de centro-oeste a nordeste e acabar no sudeste, não têm nenhum preço.

Possuir em seu currículo aventureiro os mais diversos pontos turísticos, dos menores aos maiores, dos mais conhecidos aos desconhecidos, é dar a sua alma o conhecimento que nenhum livro ou pesquisa básica na internet pode proporcionar.

Sair de sua casa, deixar pegadas em solo novo, respirar um ar diferente, caminhar para longe, sair da rotina é o descanso ideal que seu corpo acostumado ao comum precisa.

Descubra o Brasil!

Superação, força e coletividade.

Uma expedição, trilha, escalar uma montanha é um organismo vivo que se desloca com um objetivo comum.

Esse objetivo não é chegar ao cume de uma montanha, mas voltar para casa para contar a história.

Quando o individual é deixado de lado, e com ele, a vaidade e o ego, o verdadeiro coletivo surge e tudo fica mais leve. Na alta montanha, nas trilhas a leveza é importante porque erros levam a um acidente.

O coletivo precisa sempre estar na mesma página, cumprindo as pequenas metas, os micro-objetivos e cada tarefa necessária para seguir adiante.

“O coletivo faz sempre melhor que o individual.”

O apoio e motivação entre os membros do grupo são fundamentais.

O respeito é fundamental para as atividades sejam realizadas da melhor forma possível.

Toda pessoa que se encontre na montanha e com a qual cruzarmos, merece nosso respeito.

Numa aventura, ajudar uns aos outros é fundamental.

Todos nós temos uma montanha na vida para vencer

E nesse momento o mundo estar enfrentando uma grande montanha chamado: COVID-19

As desigualdades são, uma vez mais, sentidas neste momento. Dados mostram que as pessoas que mais sofrerão os efeitos do vírus são os pobres, os desempregados e os trabalhadores informais.

Entretanto, o vírus atinge a todos.

Não há limites sociais. Se não cuidarmos uns dos outros (sobretudo, socialmente) a sociedade vai sofrer um colapso.

Estamos perdendo o que nos faz mais humanos.

Empatia e solidariedade precisam ser exercitados.

Pessoas com cultura de colaboração levam fluidez ao ambiente, promovem o bem-estar e fazem com que as fricções diminuam. Nas empresas deveria ser assim. Com as pessoas, também. Ou com um amigo.

Ofereça ajuda.

É hora de resgatar esses valores, pensar no outro, colocar-se em seu lugar, entendê-lo como diferente e ajudá-lo porque, assim, estou ajudando a mim mesmo e à coletividade.⁣

Esperamos que essa pandemia nos cure de nós mesmos, de nossas mazelas, nosso egoísmo e desperte nosso olhar altruísta!

Esperamos que enquanto praticamos o isolamento social, consigamos nos libertar das inutilidades que nos prendem ao que não tem valor.

E que todo distanciamento físico nos ensine o valor de um abraço.

Em breve preencheremos essas lacunas com abraços e muitas viagens.

Vamos reaprendendo e nos adaptando, nesse momento delicado, mas sem deixar de ver as coisas belas da vida. Jamais!

Vamos juntos vencer essa montanha!

Esperança, amor é fé.

Poderia escrever páginas e páginas falando sobre o porquê viajar faz tão bem. Para começar, somos o que um dia sonhamos ser. Afinal, o que é essa vida senão uma grande viagem? O simples fato de existirmos já é um milagre, viajamos nos sonhos, viajamos quando estamos assistindo um filme e vemos aquela cena de um lugar que você sempre quis ir, viajamos entre as páginas de um livro e viajamos antes mesmo de embarcar, quando estamos planejando.

Confira algumas razões pelas quais VIAJAR é essencial

1 – O nascer e pôr do sol nos inspira. A energia da lua quando ela vem nos iluminar nos encanta.

Sabemos que estamos aqui de passagem. E estamos aproveitando ao máximo a estadia. Somos viajantes que, por um tempo, deram a sorte de serem hospedados neste planeta. Somos alegria que irradia, paz que acalma.

2 – Sentir-se livre

Viajar faz você se sentir livre para fazer o que quiser. Esqueça sua rotina diária, esqueça que você tem que trabalhar no dia seguinte. Quando estamos viajando, esquecemos dos nossos problemas, nos sentimos mais livres para fazer o que bem entendemos, sem se preocupar com as obrigações diárias.
Menos escritórios e mais voo livre.

3 – Se divertir

Viajar é se divertir muito. É se divertir quando o seu dia está recheado de coisas para fazer e novos lugares para conhecer, como uma trilha de mais de 2 horas que passa por paisagens exuberantes. É se divertir na companhia de seus amigos, é se divertir sozinho, é diverti-se dos seus micos, dos seus perrengues e de momentos incríveis que a viagem nos proporciona.

4 – Conhecer gente nova

A sensação de descoberta, de partir rumo ao desconhecido, de ver cenários novos, conhecer culturas diferentes, de fazer novas amizades, é tudo de bom. Mesmo que você seja tímido, é quase que inevitável ficar sozinho durante uma viagem. Você conhece gente nova em quase todos os lugares. Seja no quarto do hostel, em uma mesa do bar, na rua, em um café, você sempre estará rodeado(a) de pessoas diferentes, de várias partes do mundo.

5 – Ter muitas histórias para contar

Como é bom ter algo para contar quando voltamos de uma viagem. Seja um perrengue, algumas das loucuras que você aprontou durante sua viagem, como lembranças são importantes. Viajar é ter uma história para contar. Viajar é recordar, é ter algo para contar para seus amigos, familiares, é ter muito assunto para passar horas e horas conversando em uma mesa de bar.

6 – Experimentar e aprender coisas novas

Sentir um cheiro diferente, experimentar uma bebida típica do local, comer uma comida diferente. Viajar é ter a oportunidade de conhecer um restaurante diferente e experimentar algo da culinária local.

Viajar é aprender um novo idioma, ouvir um novo sotaque, ouvir uma palavra desconhecida que desperta sua curiosidade ou até mesmo novos sotaques.

7 – Se conhecer

Porque viajar te faz uma pessoa muito melhor. Viajar é se conhecer, é quando enxergamos o quanto nossa existência neste planeta faz sentido e é importante. É quando percebemos o quão longe podemos ir, ou seja, viajar é a melhor forma de nos reencontrar com o nosso interior.

8 – Refletir

Viajar é um momento para se divertir, mas também é uma ótima forma para você refletir, um momento para analisar aquilo que já passou e pensar sobre metas a serem cumpridas, etc.

9 – Descansar

Também é um momento para você descansar a mente e o corpo do estresse do cotidiano ou da sua rotina de trabalho. Uma viagem na qual você não vai ter obrigações ou tarefas a fazer e sim, um momento para você curtir o som de uma cachoeira, fazer uma trilha, apreciar a natureza, dá um mergulho, descansar no gramado do parque, ou até mesmo deitar em uma rede e ler um bom livro.

10 -Viajar traz mudança

“Aquele que retorna de uma viagem não é o mesmo que partiu.” Nós nunca voltamos a mesma pessoa. A cada viagem ocorre uma mudança, um aprendizado. Novos conhecimentos, novos pontos de vista, novas descobertas, nova visão de mundo. E é isso que a viagem tem de mais valioso.

Afinal viajar é essencial pois faz a gente descobrir o quão pequeno nós somos e quanta coisa ainda não sabemos. Viajar faz a gente perceber como somos diferentes e parecidos ao mesmo tempo com aquela pessoa que mora do outro lado do mundo. E, o mais importante, viajar nos faz crescer pois nos permite descobrir o que realmente valorizamos. A gente aprende à dar valor às coisas simples da vida, à natureza e ao ser humano. Nos enriquece, nos traz experiências transformadoras.

Viajar pra mim é o melhor investimento que podemos fazer. Nada substitui esse aprendizado. É a verdadeira escola da vida, onde você pode ver com seus próprios olhos, tirar suas próprias conclusões, entender coisas que nenhum livro será capaz de explicar. “ Viajar é fazer uma jornada dentro de si mesmo”. É ter um novo olhar sobre as coisas, sobre as pessoas. Viajar é respirar vida.

Então bora lá. Mochila nas costas, paz na alma e pés na estrada.

No meu caso, eu não viajo para ir a um determinado lugar, mas para ir. Viajo pelo prazer de viajar. A questão é se mover.
-Robert Louis Stevenson-

Opções para quem quer conhecer a história de Belo Horizonte, para os apaixonados por fotografia e para quem curte arte moderna.

10 – CCBB

CCBB – O Centro Cultural Banco do Brasil

O Centro Cultural Banco do Brasil faz parte do Circuito Liberdade e fica na praça de mesmo nome, um dos cartões-postais da cidade.

A exposição que está em cartaz é “Man Ray em Paris”. A mostra reúne a obra de um dos maiores artistas visuais do início do século XX e expoente do movimento surrealista.

A entrada é gratuita.

Quarta à segunda: das 10h às 22h.

Praça da Liberdade, nº 450.

9 – Memorial Minas Gerais Vale

Memorial Minas Gerais Vale

Também integrante do Circuito Liberdade, o museu reúne tradições de Minas Gerais, a partir da sua história, música e literatura.

Há salões que contam desde a Inconfidência Mineira, passando pela obra de Guimarães Rosa e chegando até os costumes do interior.

A entrada é gratuita.

Terças, quartas, sextas-feiras e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até 18h.

Quintas: das 10h às 21h30, com permanência até 22h.

Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h.

Praça da Liberdade, nº 640.

8 – Museu das Minas e do Metal

Museu das Minas e do Metal

O museu abriga um grande acervo sobre mineração e metalurgia, duas das principais atividades econômicas do estado. Ele é apresentado por Dom Pedro II, pela Imperatriz Teresa Cristina e por Chica da Silva.

A entrada é gratuita.

Terça à domingo: das 12h às 18h.

Quinta-feira: das 12h às 22h.

Praça da Liberdade, s/nº.

7 – Museu de Artes e Ofícios

Museu de Artes e Ofícios

O Museu de Artes e Ofícios, localizado na Praça da Estação, bem no centro de Belo Horizonte, também tem entrada franca.

Ele reúne mais de duas mil peças dos séculos XXVIII ao XX que contam a história do trabalho no Brasil. Antigos ofícios como caixeiros, condutores de carruagens e boticários são alguns dos exemplos encontrados lá.

Segunda-feira e domingo: Fechado.

Terça-feira: Somente com agendamento.

Quarta, quinta e sexta-feira: 11h às 17h.

Sábado e feriados: 9h às 17h.

Praça Rui Barbosa, nº 600 (Praça da Estação).

6 – Museu Abílio Barreto

Museu Abílio Barreto

Inaugurado em 1943, o Museu Histórico Abílio Barreto é dedicado à história de Belo Horizonte. Um dos prédios do conjunto é um casarão centenário onde funcionava a sede da antiga Fazenda do Leitão, construída em 1883.

A história da fundação da cidade, planejada e criada para ser a capital de Minas Gerais, é contada através de documentos, de fotografias e dos acervos de grande porte, como o bonde elétrico, a locomotiva a vapor, o coche e o carro de boi.

A entrada também é gratuita.

Exposições: terça, sexta, sábado e domingo, das 10h às 17h; quartas e quintas, das 10h às 18h30.

Área Externa: terça, sexta, sábado e domingo, das 7h às 18h; quartas e quintas, das 7h às 18h30.

Avenida Prudente de Morais, nº 202, Cidade Jardim.

5 – Galerias do Palácio das Artes

Galerias do Palácio das Artes

O Palácio das Artes recebe várias exposições simultâneas. Todas elas com entrada gratuita. No momento, o destaque fica por conta da mostra “Chichico Alkmin” que reúne um conjunto de 251 fotografias feitas pelo artista de Diamantina.

Há também a quinta edição do “ARTEMINAS Narrativas Femininas – Sou aquilo que não foi ainda”. Ela reúne trabalhos de mulheres que usam a pintura, a escultura, o desenho e o bordado como forma de expressão.

Tudo isso sem gastar um tostão.

Terça-feira a sábado: 9h30 às 21h

Domingos: 17h às 21h.

Avenida Afonso Pena, n° 1537. Centro.

4 – Câmera Sete/Casa da Fotografia de Minas Gerais

Câmera Sete/Casa da Fotografia de Minas Gerais

Bem pertinho da Praça Sete, a galeria dedicada à fotografia também tem entrada franca. Está em cartaz a exposição “Vento Sul”.

Ela reúne obras de profissionais de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.

Segunda a sábado: 10h às 21h.

Domingo: 17h às 20h.

Avenida Afonso Pena, nº 737. Centro.

3 – Museu da Moda (MUMO)

Ainda no centro, desta vez na Rua da Bahia, a dica é conhecer o Museu da Moda. A exposição que está em cartaz é “Alceu Penna – Inventando a Moda do Brasil”. O mineiro de Curvelo foi um dos precursores do jornalismo de moda no Brasil. Ele também atuou como figurinista e cenógrafo.

O MUMO é o primeiro museu público dedicado à moda do país. E também é de graça.

De terça a sexta-feira: das 9h às 21h.

Sábados e domingos: das 10h às 14h.

Rua da Bahia, nº 1149 . Centro.

2 – Espaço do Conhecimento UFMG

Espaço do Conhecimento UFMG

O Espaço do Conhecimento UFMG também está na nossa lista. Ele é um espaço que reúne cultura, ciência e arte. Desde sua inauguração, em 2010, ele já recebeu mais de 350 mil visitantes.

A entrada para as exposições é gratuita. Mas se você quiser conferir o Planetário, uma das atrações mais procuradas do espaço, o ingresso custa R$ 6.

O público pode desvendar os segredos do espaço em uma sala com um domo de nove metros de diâmetro. Ele tem capacidade para 65 pessoas e funciona em sessões regulares ao longo de todo o dia.

Praça da Liberdade, nº700.

Terça a sexta: 10h às 17h.

Sábado: 10h às 21h.

Domingo: 10 às 17h.

1 – Museu de História Natural

Museu de História Natural da PUCMinas

Dinossauros e preguiças gigantes podem ser visitados no Museu de História Natural da PUCMinas, no bairro Coração Eucarístico.

O acervo é um verdadeiro passeio pela história do planeta e pelo passado de Minas Gerais. Há milhares de exemplares de répteis, anfíbios, aves, plantas e mamíferos.

Os ingressos custam R$10.

Serviço

Avenida Dom José Gaspar, nº 290, bairro Coração Eucarístico.

Terça-feira a sábado: das 9h às 17 horas.

A capital dos bares tem mais de 70 museus com opções para todos os gostos.

Preparamos algumas dicas para que você possa aproveitar seu passeio com o máximo de cuidado e tornar sua viagem ainda melhor.

1 – Planeje seu passeio

Informe-se com antecedência sobre as características do local, como distância, presença de água potável e grau de esforço físico exigido.

2 – Nunca saia sozinho

Se você estiver acompanhado, terá alguém para dar apoio caso se machuque , sinta-se mal, ou seja picado por um animal peçonhento. Na maioria das vezes não há sinal de celular durante as atividades, então informe a alguém sobre o seu destino, onde está hospedado, qual passeio irá realizar, horário de saída e retorno dos passeios.

Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança.

3 – Atenção redobrada nos períodos de chuvas

Costumam ocorrer cabeça d’água nos rios e cachoeiras. Além disso as pedras ficam ainda mais escorregadias e as correnteza ainda mais fortes, aumentando o risco de acidentes.

4 – Proteja seus pés

Calçado adequado é fundamental para evitar torções, escorregões, cortes e bolhas. Prefira botas de cano alto específicas para trilhas ou verifique se a sola do seu tênis é realmente antiderrapante.

5 – Contrate um Guia

Ele poderá:

  • Prestar os primeiros socorros e acionar um resgate, caso necessário.
  • Apresentar a história da região.
  • Ele está ali para assistir, orientar e conduzir as pessoas ou grupos durante os passeios. Contratar um guia de turismo capacitado pode ser o elemento mágico para tornar sua viagem ainda melhor. Algumas pessoas acham que o guia simplesmente apresenta o lugar e roteiros. Mas, no fundo, ele faz muito mais do que isso, ele conhece bem a região e os atrativos, vai poder te passar informações de onde oferece segurança para entrar ou não, aquela sugestão que você não sabia ou não havia dado importância, mas que vale a pena e pode deixar seu passeio ainda melhor. Esses são alguns de muitos motivos para contratar um guia.

Respeite e siga sempre as orientações do condutor.

6 – Saiba o que levar

Levar muita coisa ou aquilo que não seja muito útil, pode acabar causando transtornos e se tornar uma bagagem cansativa e que tira a satisfação de tudo o que o Ecoturismo tem a nos oferecer, leve apenas o necessário.

  • Roupas leves e flexíveis
  • Capa de chuva (Preventivo)
  • Agasalho
  • Chapéu ou boné
  • Roupa de banho
  • Protetor solar
  • Repelente
  • Lanterna
  • Cajado (bastão) para trilhas íngrimes
  • Bota de trilha
  • Kit primeiro socorros
  • Alimento e água

A maior parte dos acidentes ocorre por falhas humanas, por isso fique atento. Você é o principal responsável por sua segurança.

O chamado ecoturismo é um seguimento de atividade que, em primeiro lugar, promove o reencontro do homem com a natureza de forma a compreender os ecossistemas que mantêm a vida. As atividades são desenvolvidas através da observação do ambiente natural, através da transmissão de informações e conceitos ou através da simples contemplação da paisagem.

No turista, este processo auxilia no desenvolvimento da consciência da própria existência em equilíbrio na natureza, visando ainda a manutenção da qualidade de vida das gerações atuais e futuras. Este aprendizado permite que o turista tenha a possibilidade de transformar e renovar seu comportamento cotidiano. A realidade urbana com a qual o turista convive rotineiramente, passa a ser questionada gerando reflexões sobre poluição destes grandes centros, manutenção de áreas verdes, destinação e reciclagem de lixo e qualidade de vida. Objetiva-se, assim, a incorporação e tradução destas reflexões na forma de comportamento e posturas no seu ambiente de origem.

Neste crescimento do setor de turismo ecológico há cada vez mais pessoas iniciando em atividades ao ar livre, buscando por uma melhor qualidade de vida e bem-estar, o que aumenta a responsabilidade das empresas que estão no mercado, por conta do tipo de introdução que a empresa faz deste novo aventureiro ao ambiente natural.

Entendemos que esta introdução não é simplesmente levar o turista para fazer uma trilha pela primeira vez na vida, é preciso informar antes e conscientizar durante a atividade, para que depois da mesma, reflita em uma nova educação, de respeito para com o ambiente natural, todos os seres vivos encontrados pelo caminho e à sua própria vida.

Por isso que a Pegada Ecoturismo existe. Para proporcionar experiências incríveis junto à natureza e ORIENTAR, educar, contribuir com boas práticas, com CONSCIÊNCIA de riscos e quanto um “desafio” sem experiência pode custar caro. Ou até mesmo a VIDA! Por isso VALORIZAMOS e buscamos valorização deste mercado de ecoturismo, dos profissionais que trabalham no meio, com profissionalização e foco na SEGURANÇA. Brasileiro precisa confiar, respeitar e assim, fomentar o crescimento do segmento no país.

É preciso promover programas sérios e infra-estrutura segura e profissional, oferecendo e praticando a educação ambiental de forma multidisciplinar com guias e condutores especializados. O desenvolvimento de roteiros e programas diferenciados a vários tipos de ambientes, associadas à transmissão de informações e conceitos, levam com relativa facilidade ao aprendizado. Mas o grande legado deixado no turista é a compreensão e a consciência da importância de se preservar o ambiente natural, a história e a cultura dos lugares de visitação.

O ecoturismo no Brasil vem crescendo muito nos últimos anos.

A conscientização sobre a preservação e a necessidade do contato com a natureza tem feito muitas pessoas buscarem esses destinos no mundo todo.

Este tipo de turismo responsável tem grande importância sócio-ambiental, econômico e cultural. Desenvolver o ecoturismo de forma responsável aliada a preservação, ainda é um desafio no Brasil.

Confira abaixo algumas dicas importantes para ser um Ecoturista consciente e responsável.

Planejamento é fundamental

Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes.
Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.
Viaje em grupos pequenos. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.
Evite viajar para áreas mais populares durante feriados prolongados e férias.
Certifique-se de que você possui uma forma de acondicionar o seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta.
Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.

Cuide das trilhas e dos locais de acampamento

Mantenha-se nas trilhas pré determinadas, não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.
Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.
Acampando, evite áreas frágeis que levarão um longo tempo para se recuperar após o impacto. Acampe somente em locais pré-estabelecidos, quando existirem. Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água.
Não cave valetas ao redor das barracas, escolha o melhor local e use um plástico sob a barraca.
Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte nem arranque vegetação, nem remova pedras ao acampar.

Traga seu lixo de volta

Se você pode levar uma embalagem cheia para um ambiente natural, pode trazê-la vazia na volta.
Ao percorrer uma trilha, ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas as evidências de sua passagem. Não deixe rastros!
Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente, e animais podem cavar até o lixo e espalhá-lo. Traga todo o seu lixo de volta com você.
Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalação sanitárias (banheiros) na área, cave um buraco com quinze centímetros de profundidade a pelo menos 60 m de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, em local onde não seja necessário remover vegetação.

Deixe cada coisa em seu lugar

Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes etc. não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais.
Resista à tentação de levar “lembranças” para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc. onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.
Tire apenas fotografias, deixe apenas leves pegadas, e leve para casa apenas suas memórias.

Não faça fogueira

Fogueiras matam o solo, agridem física e visualmente os locais de acampamento e representam uma grande causa de incêndios florestais.
Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio para acampamento. Os fogareiros modernos são leves e fáceis de usar. Cozinhar com um fogareiro é muito mais rápido e prático que acender uma fogueira.
Para iluminar o acampamento, utilize um lampião ou uma lanterna em vez de uma fogueira.
Se você realmente precisa acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos, e somente se as normas da área permitirem.
Mantenha o fogo pequeno, utilizando apenas madeira morta encontrada no chão.
Tenha absoluta certeza de que sua fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área.

Respeite os animais e plantas

Observe os animais à distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.
Não alimente os animais. Os animais podem acabar se acostumando com comida humana e passar a invadir os acampamentos em busca de alimento, danificando barracas, mochilas e outros equipamentos.
Não retire os animais silvestres do seu habitat natural, muito menos os maltrate.
Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.

Seja cortês com outros visitantes

Ande e acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza favorece. Deixe rádios e instrumentos sonoros em casa.
Deixe os animais domésticos em casa. Caso traga o seu animal com você, mantenha-o controlado todo o tempo, incluindo evitar latidos ou outros ruídos. As fezes dos animais devem ser tratadas da mesma maneira que as humanas. Elas também estão sob sua responsabilidade. Muitas áreas não permitem a entrada de animais domésticos, verifique com antecedência.
Cores fortes, como branco, azul, vermelho ou amarelo, devem ser evitadas, pois podem ser vistas a quilômetros de distância e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados.
Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade.

Você é responsável por sua segurança

O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade.
Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança, com instruções para acionar o resgate, caso necessário.
Avise a administração da área que você está visitando sobre: sua experiência, o tamanho do grupo, o equipamento que vocês estão levando, o roteiro e data esperada de retorno. Estas informações facilitarão o seu resgate em caso de acidente.
Aprenda as técnicas básicas de segurança, como navegação (como usar um mapa e uma bússola) e primeiros socorros. Para tanto, procure clubes excursionistas, escolas de escalada, etc.
Tenha certeza de que você dispõem do equipamento apropriado para cada situação. Acidentes e agressões à natureza em grande parte são causados por improvisações e uso inadequado de equipamentos. Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva e um estojo de primeiros socorros, alimento e água, mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.
Caso você não tenha experiência em atividades recreativas em ambientes naturais, entre em contato com centros excursionistas, empresas de ecoturismo ou condutores de visitantes. Visitantes inexperientes podem causar grandes impactos sem perceber e correr riscos desnecessários.

Contrate um guia

Escolha ir sempre acompanhado de alguém que conheça o caminho e tenha experiência ou contrate um guia. Respeite e siga sempre as orientações do condutor. Ele está ali para assistir, orientar e conduzir as pessoas ou grupos durante os passeios. Contratar um guia de turismo capacitado pode ser o elemento mágico para tornar sua viagem ainda melhor. Algumas pessoas acham que o guia simplesmente apresenta o lugar e roteiros. Mas, no fundo, ele faz muito mais do que isso, ele conhece bem a região e os atrativos, vai poder te passar informações de onde oferece segurança para entrar ou não, aquela sugestão que você não sabia ou não havia dado importância, mas que vale a pena e pode deixar seu passeio ainda melhor. Esses são alguns de muitos motivos para contratar um guia.

Contato com a natureza traz benefícios a saúde e são essenciais para o crescimento da criança. Atualmente muitos fatores externos contribuem para que as crianças cresçam em um mundo distante do contato com o que é natural.

No Brasil, mais de 80% da população vivem em cidades e quase metade não se sente segura na cidade em que mora. Nos centros urbanos as crianças passam 90% do tempo em lugares fechados, 40% das crianças brasileiras passa uma hora ou menos brincando ao ar livre.

Os hábitos e atividades na infância mudaram muito nos últimos anos por conta de nossas vidas estarem tão enclausuradas entre quatro paredes em casa, na escola e trabalho. Quintal e jardim já não são tão comuns assim e cada vez mais fica mais difícil o acesso a parques, gramados, riachos e o contato com a natureza.

Em meio à uma era tecnológica é difícil não encontrar hoje uma criança conectada a celulares, tablets e notebooks. Por mais que tal comportamento tenha se tornado cada vez mais comum, é importante fazer o questionamento se o uso do equipamento eletrônico está fazendo bem ao pequeno ou se está apenas roubando-lhe o tempo.

Entramos e saímos de “caixas” carro, escola, casa, prédio. Some-se a isso, o maior tempo gasto na frente das telas eletrônicas. Mas se nos tornamos cada vez mais conectados e temos pouco acesso à natureza, devemos ficar atentos aos problemas que os eletrônicos podem trazer e especialmente como afetam a criança e seu desenvolvimento.

A gente sabe que criança precisa de vitamina “S”. Aquela do “S” de sujeira, de terra, de contato com a natureza e com o meio ambiente!

Há quem acredite que a globalização não interfira no crescimento de uma criança, mas qualquer distância que ela tiver da natureza pode ser prejudicial à saúde. Acredite.

O fato das crianças viverem “emparedadas”, em uma rotina em que ela fica fechada e consista apenas em ir para casa, escola e shopping, por exemplo, pode causar sérios problemas.

Mas, mais importante do que ressaltar como pode ser prejudicial a falta da natureza no cotidiano de uma criança, é preciso apontar quantos benefícios o contato com o meio ambiente pode trazer e ajudar no crescimento. Os benefícios variam de acordo com a idade, mas em contato com a natureza a criança desenvolve o brincar mais criativo e autêntico e descobre dentro de si o que a motiva.

O simples fato da criança brincar ao ar livre jardins, quintais e parquinhos, por exemplo, pode trazer melhorias em aspectos físicos, desenvolvendo capacidades motora, mentais, emocionais e até espirituais, por perceberem que fazem parte de algo maior.

Estar em comunhão com o meio ambiente e entender o que ele significa pode trazer tranquilidade e inspiração para os pequenos. A natureza é o espaço de pertencimento da criança, é ali que ela vai explorar os sentidos, descobrir o novo, aprender brincando e observando e evoluir como ser humano.

Mas para a criança desenvolver o gosto por brincar na natureza, ela precisa receber um estímulo. Os pais são referência e por isso precisam inspirar no filho, essa admiração pela natureza, por brincar ao ar livre. Desta forma nascerá a paixão na criança e o respeito pelos bens naturais.

Só é preciso um esforço dos pais para fazer pequenas mudanças e incluir tempo ao ar livre na rotina das crianças. Leve o seu filho para fazer uma trilha, conhecer uma cachoeira, observar as aves. Inclua o pequeno em atividades em contato com o meio ambiente. Esse contato desperta o lado bom nas crianças, traz conhecimento e estimula o tato, audição e visão, acalma a criança e só traz benefícios.

Além da natureza ser importante para a saúde da criança, a criança é essencial para a saúde da natureza. Afinal, elas são como sementes que, no futuro, germinarão e florescerão. Por isso, desde pequenos, precisam compreender o papel do meio ambiente na vida cotidiana. Desta forma, irão cuidar, proteger e preservar todos os bens naturais e garantirão o próprio bem-estar.

Criança não é feita para ficar parada, criança gosta de correr e de liberdade. Aos adultos, basta apenas permitir que esse encontro aconteça. Todos ganham: a criança, a sociedade e nosso planeta.

É bom lembrar que isso também é excelente para adultos, passar um tempo em contato com a natureza, fazendo caminhadas ao ar livre é ótimo para todos. Não é necessário se livrar de todo tipo de tecnologia e se mudar para o campo para cuidar melhor dos pequenos. Investir em um pouco mais em atividades ao ar livre já é suficiente para cumprir essa missão.

Carnaval chegando, feriadão, malas prontas e muita vontade de aproveitar ao máximo os dias de folia!

Fazer uma viagem é algo prazeroso e está na lista de prioridades de muitas pessoas para o período de férias. Muitos trabalham o ano todo apenas pensando nesses dias, onde estarão longe de casa e da rotina, buscando apenas diversão e um pouco de sossego. Porém, é preciso ter cuidados com a saúde durante a viagem. Assim, este período tão esperado não se torna uma tremenda dor de cabeça.

Da mesma maneira que fazemos um check-up em nossos carros antes de pegar a estradas, precisamos tomar uma série de cuidados para não sermos traídos pela nossa saúde quando estivermos a passeio.

Faça um checkup médico

Você não quer ter uma surpresa desagradável quando estiver longe de casa e dos seus médicos, não é mesmo? Então, antes de meter o pé na estrada, é primordial que você faça um check-up completo. Esse é um dos principais cuidados com a saúde durante a viagem.

Se você tem alguma doença pré-existente como diabetes, asma, doenças cardíacas, hipertensão, epilepsia ou outras doenças crônicas requerem cuidados especiais, aproveite a consulta com um médico para atestar a permissão para sua viagem, além de lembrar-se de carregar o seu remédio de uso continuo, e verificar a validade do seu plano de saúde.

Preste atenção na alimentação

Passar horas viajando requer que você tenha um amplo controle do seu sistema digestivo. Ninguém quer passar mal justamente no deslocamento ou até pior: no seu destino paradisíaco!

Pegue leve nos seus pratos nos dias anteriores, fuja de comidas muito condimentadas, gordurosas ou de cozinha que você desconhece. É hora de investir em frutas, legumes e carnes magras.

Visite seu dentista

A maioria das pessoas nem pensa nisso, mas é algo essencial antes de viajar. Imagine estar curtindo suas férias e ter um bloco solto, um siso nascendo ou uma cárie não tratada? Fazer um check-up dental também é indispensável e vai garantir que você possa aproveitar a cozinha local sem medo, desde que com bom senso.

Proteja seus olhos

Quando viajamos para lugares ensolarados, nossos olhos costumam sofrer. Para isso não ocorrer, é indispensável que você proteja sua visão e esteja atento a esse aspecto. Leve sempre óculos escuros de qualidade, comprados em lojas reconhecidas e de marcas tradicionais.

Lentes “piratas” não filtram os raios solares e podem causar incômodos, dores e até doenças oculares com o uso constante. Outra questão que vale lembrar é se você usa óculos de grau: sempre é recomendado levar um extra, pois se você perder ou quebrar o seu, não dará tempo de fazer um novo e você pode perder o visual que esperou o ano inteiro para observar.

Atualize suas vacinas

Há diversas regiões que você precisa estar devidamente vacinado para poder embarcar. Então, revise sua carteirinha de vacinação, verifique se estão todas em dia. Se tiver alguma vacina atrasada, basta levar a carteirinha no posto de saúde mais próximo da sua casa.

Além das vacinas, há os reforços que precisam estar em dia também. Leve as carteiras de vacinação junto com os documentos.

IMPORTANTE: Se você vai levar o pet na viagem, lembre-se de revisar as vacinas dele também e de carregar consigo a carteira de vacinação do pet.

kit de medicamentos básicos

Ao organizar suas malas para a viagem lembre-se da importância de levar um kit de medicamentos básicos, pois ele pode ser extremamente útil em caso de algum imprevisto.

  • Kit de emergência do turista:
  • Atestado de vacina
  • Cobertura/carteirinha do plano de saúde
  • Termômetro
  • Analgésicos
  • Antitérmicos
  • Antiácidos
  • Antissépticos
  • Curativos e bandagens adesivas
  • Repelente para insetos
  • Protetor solar

Com essas dicas, sua viagem terá tudo para ser um sucesso.

Você já ouviu falar na Serra do Espinhaço? A Serra também chamada de “cordilheira brasileira”, formada há mais de 2,5 bilhões de anos, recebe a denominação de Cordilheira Brasileira, devido à sua formação peculiar, e seus mais de 1.000 Km que percorrem os estados de Minas Gerais e Bahia.

Você já deve ter ouvido falar em Serra do Cipó, Serra dos Caraça ou Chapada Diamantina, mas, provavelmente, não sabe que essas formações geológicas, em conjunto com muitas outras, constituem a Serra do Espinhaço.

O nome Serra do Espinhaço foi sugerido originalmente pelo geólogo, geógrafo e metalurgista alemão Wilhelm Ludwig Von Eschwege no início do século XIX. Von Eschwege foi contratado pela Coroa Portuguesa para realizar estudos sobre o potencial da mineração no Brasil, onde permaneceu ente 1810 e 1821. Em seus estudos sobre o relevo brasileiro, ele observou que uma extensa cadeia montanhosa com características singulares se estendia entre Ouro Branco, em Minas Gerais, até região de Morro do Chapéu, na Bahia, na forma de uma “espinha” quase reta por quase 1.000 km, com variações de largura entre 50 e 100 km. Foi a partir dessa comparação feita a uma espinha que surgiu o nome Espinhaço. Muitos estudiosos preferem classificar a Serra do Espinhaço como uma cordilheira – a Cordilheira Brasileira.

As diferentes Serras, montanhas, morros e vales da formação são ricas em recursos hídricos, segundo alguns cálculos, as nascentes de água da Serra do Espinhaço, que formam importantes riachos e rios, são responsáveis pelo abastecimento de mais de 50 milhões de pessoas, número que lhe dá uma posição de destaque no cenário ambiental brasileiro. Por outro lado, a Serra abriga em seus domínios importantes jazidas minerais, como acontece na região conhecida como Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, o que a torna alvo de intensa exploração mineral e sujeita a grandes agressões ambientais. Vários trechos da Serra do Espinhaço também sofrem com a derrubada de matas para a abertura de áreas agrícolas, com a mineração clandestina, com a caça predatória entre outros problemas.

Um dos trechos mais bonitos da Serra do Espinhaço é a região da Chapada Diamantina, no interior do Estado da Bahia. Suas grandes formações de rochas sedimentares, com clima ameno e cobertas por uma vegetação que combina elementos da Caatinga, do Cerrado e da Mata Atlântica, ricas em cursos d’água, contrastam com a aridez do sertão. As altitudes médias da Chapada Diamantina se situam entre 800 e 1.200 metros, com alguns picos apresentando altitudes próximas dos 2.000 metros, as maiores da Região Nordeste. A área ocupada pela Chapada é quase igual a área total do Estado do Rio de Janeiro.

Localizada no Norte do Estado de Minas Gerais, a Serra Geral se distribui por 16 municípios, ocupando uma área total de mais de 20 mil km². Um dos destaques da Serra Geral é o Pico da Formosa, com 1.825 metros de altitude, o que o coloca como o ponto mais alto do Norte de Minas Gerais. Ao lado da produção agropecuária, base da economia local, a região conta com um enorme potencial turístico a ser explorado nas suas montanhas, cachoeiras e rios.

Na porção Centro-Norte de Minas Gerais, na região do Vale do rio Jequitinhonha e tendo como destaque a cidade de Diamantina, encontra-se a Serra dos Cristais, que também é chamada de Serra do Rio Grande. Essa região ganhou enorme destaque no século XVIII, quando foram feitas as primeiras descobertas de ouro e diamantes, esse último sendo o responsável pelo nome dado à Serra. Um fato curioso, resultante das descobertas minerais nessa região, foi o verdadeiro bloqueio criado pelas autoridades Coloniais da época – soldados controlavam quem entrava e quem saía da região, como forma de evitar o contrabando dos preciosos diamantes.

Considerada como o divisor natural entre as bacias hidrográficas do rio São Francisco e do rio Doce, a Serra do Cipó fica bem próxima da região Metropolitana de Belo Horizonte. Essa Serra abriga o Parque Nacional da Serra do Cipó (vide foto), uma Unidade de Conservação com cerca de 100 mil hectares, que foi criada para proteger o imenso patrimônio natural da região. A flora local abriga áreas de vegetação de Cerrado e de Campos Rupestres, onde vivem diversas espécies animais ameaçadas de extinção. As paisagens locais incluem matas, rios e cachoeiras, além de inúmeras cavernas e sítios arqueológicos.

Por fim, a porção mais ao Sul da Serra do Espinhaço – a Serra de Ouro Branco, uma formação com encostas íngremes e que tem altitudes entre 1.250 e 1.568 metros. A região tem uma grande importância histórica – desde o final do século XVII ela passou a ser explorada por bandeirantes paulistas, que encontraram um tipo de ouro esbranquiçado e que foi batizado como “ouro branco”, descoberta que deu nome à Serra.

É de suma importância que possamos não só conhecer a Serra do Espinhaço, mas que também tenham a noção de sua importância para a conservação da biodiversidade.