Opções para quem quer conhecer a história de Belo Horizonte, para os apaixonados por fotografia e para quem curte arte moderna.

10 – CCBB

CCBB – O Centro Cultural Banco do Brasil

O Centro Cultural Banco do Brasil faz parte do Circuito Liberdade e fica na praça de mesmo nome, um dos cartões-postais da cidade.

A exposição que está em cartaz é “Man Ray em Paris”. A mostra reúne a obra de um dos maiores artistas visuais do início do século XX e expoente do movimento surrealista.

A entrada é gratuita.

Quarta à segunda: das 10h às 22h.

Praça da Liberdade, nº 450.

9 – Memorial Minas Gerais Vale

Memorial Minas Gerais Vale

Também integrante do Circuito Liberdade, o museu reúne tradições de Minas Gerais, a partir da sua história, música e literatura.

Há salões que contam desde a Inconfidência Mineira, passando pela obra de Guimarães Rosa e chegando até os costumes do interior.

A entrada é gratuita.

Terças, quartas, sextas-feiras e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até 18h.

Quintas: das 10h às 21h30, com permanência até 22h.

Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até 16h.

Praça da Liberdade, nº 640.

8 – Museu das Minas e do Metal

Museu das Minas e do Metal

O museu abriga um grande acervo sobre mineração e metalurgia, duas das principais atividades econômicas do estado. Ele é apresentado por Dom Pedro II, pela Imperatriz Teresa Cristina e por Chica da Silva.

A entrada é gratuita.

Terça à domingo: das 12h às 18h.

Quinta-feira: das 12h às 22h.

Praça da Liberdade, s/nº.

7 – Museu de Artes e Ofícios

Museu de Artes e Ofícios

O Museu de Artes e Ofícios, localizado na Praça da Estação, bem no centro de Belo Horizonte, também tem entrada franca.

Ele reúne mais de duas mil peças dos séculos XXVIII ao XX que contam a história do trabalho no Brasil. Antigos ofícios como caixeiros, condutores de carruagens e boticários são alguns dos exemplos encontrados lá.

Segunda-feira e domingo: Fechado.

Terça-feira: Somente com agendamento.

Quarta, quinta e sexta-feira: 11h às 17h.

Sábado e feriados: 9h às 17h.

Praça Rui Barbosa, nº 600 (Praça da Estação).

6 – Museu Abílio Barreto

Museu Abílio Barreto

Inaugurado em 1943, o Museu Histórico Abílio Barreto é dedicado à história de Belo Horizonte. Um dos prédios do conjunto é um casarão centenário onde funcionava a sede da antiga Fazenda do Leitão, construída em 1883.

A história da fundação da cidade, planejada e criada para ser a capital de Minas Gerais, é contada através de documentos, de fotografias e dos acervos de grande porte, como o bonde elétrico, a locomotiva a vapor, o coche e o carro de boi.

A entrada também é gratuita.

Exposições: terça, sexta, sábado e domingo, das 10h às 17h; quartas e quintas, das 10h às 18h30.

Área Externa: terça, sexta, sábado e domingo, das 7h às 18h; quartas e quintas, das 7h às 18h30.

Avenida Prudente de Morais, nº 202, Cidade Jardim.

5 – Galerias do Palácio das Artes

Galerias do Palácio das Artes

O Palácio das Artes recebe várias exposições simultâneas. Todas elas com entrada gratuita. No momento, o destaque fica por conta da mostra “Chichico Alkmin” que reúne um conjunto de 251 fotografias feitas pelo artista de Diamantina.

Há também a quinta edição do “ARTEMINAS Narrativas Femininas – Sou aquilo que não foi ainda”. Ela reúne trabalhos de mulheres que usam a pintura, a escultura, o desenho e o bordado como forma de expressão.

Tudo isso sem gastar um tostão.

Terça-feira a sábado: 9h30 às 21h

Domingos: 17h às 21h.

Avenida Afonso Pena, n° 1537. Centro.

4 – Câmera Sete/Casa da Fotografia de Minas Gerais

Câmera Sete/Casa da Fotografia de Minas Gerais

Bem pertinho da Praça Sete, a galeria dedicada à fotografia também tem entrada franca. Está em cartaz a exposição “Vento Sul”.

Ela reúne obras de profissionais de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.

Segunda a sábado: 10h às 21h.

Domingo: 17h às 20h.

Avenida Afonso Pena, nº 737. Centro.

3 – Museu da Moda (MUMO)

Ainda no centro, desta vez na Rua da Bahia, a dica é conhecer o Museu da Moda. A exposição que está em cartaz é “Alceu Penna – Inventando a Moda do Brasil”. O mineiro de Curvelo foi um dos precursores do jornalismo de moda no Brasil. Ele também atuou como figurinista e cenógrafo.

O MUMO é o primeiro museu público dedicado à moda do país. E também é de graça.

De terça a sexta-feira: das 9h às 21h.

Sábados e domingos: das 10h às 14h.

Rua da Bahia, nº 1149 . Centro.

2 – Espaço do Conhecimento UFMG

Espaço do Conhecimento UFMG

O Espaço do Conhecimento UFMG também está na nossa lista. Ele é um espaço que reúne cultura, ciência e arte. Desde sua inauguração, em 2010, ele já recebeu mais de 350 mil visitantes.

A entrada para as exposições é gratuita. Mas se você quiser conferir o Planetário, uma das atrações mais procuradas do espaço, o ingresso custa R$ 6.

O público pode desvendar os segredos do espaço em uma sala com um domo de nove metros de diâmetro. Ele tem capacidade para 65 pessoas e funciona em sessões regulares ao longo de todo o dia.

Praça da Liberdade, nº700.

Terça a sexta: 10h às 17h.

Sábado: 10h às 21h.

Domingo: 10 às 17h.

1 – Museu de História Natural

Museu de História Natural da PUCMinas

Dinossauros e preguiças gigantes podem ser visitados no Museu de História Natural da PUCMinas, no bairro Coração Eucarístico.

O acervo é um verdadeiro passeio pela história do planeta e pelo passado de Minas Gerais. Há milhares de exemplares de répteis, anfíbios, aves, plantas e mamíferos.

Os ingressos custam R$10.

Serviço

Avenida Dom José Gaspar, nº 290, bairro Coração Eucarístico.

Terça-feira a sábado: das 9h às 17 horas.

A capital dos bares tem mais de 70 museus com opções para todos os gostos.

Preparamos algumas dicas para que você possa aproveitar seu passeio com o máximo de cuidado e tornar sua viagem ainda melhor.

1 – Planeje seu passeio

Informe-se com antecedência sobre as características do local, como distância, presença de água potável e grau de esforço físico exigido.

2 – Nunca saia sozinho

Se você estiver acompanhado, terá alguém para dar apoio caso se machuque , sinta-se mal, ou seja picado por um animal peçonhento. Na maioria das vezes não há sinal de celular durante as atividades, então informe a alguém sobre o seu destino, onde está hospedado, qual passeio irá realizar, horário de saída e retorno dos passeios.

Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança.

3 – Atenção redobrada nos períodos de chuvas

Costumam ocorrer cabeça d’água nos rios e cachoeiras. Além disso as pedras ficam ainda mais escorregadias e as correnteza ainda mais fortes, aumentando o risco de acidentes.

4 – Proteja seus pés

Calçado adequado é fundamental para evitar torções, escorregões, cortes e bolhas. Prefira botas de cano alto específicas para trilhas ou verifique se a sola do seu tênis é realmente antiderrapante.

5 – Contrate um Guia

Ele poderá:

  • Prestar os primeiros socorros e acionar um resgate, caso necessário.
  • Apresentar a história da região.
  • Ele está ali para assistir, orientar e conduzir as pessoas ou grupos durante os passeios. Contratar um guia de turismo capacitado pode ser o elemento mágico para tornar sua viagem ainda melhor. Algumas pessoas acham que o guia simplesmente apresenta o lugar e roteiros. Mas, no fundo, ele faz muito mais do que isso, ele conhece bem a região e os atrativos, vai poder te passar informações de onde oferece segurança para entrar ou não, aquela sugestão que você não sabia ou não havia dado importância, mas que vale a pena e pode deixar seu passeio ainda melhor. Esses são alguns de muitos motivos para contratar um guia.

Respeite e siga sempre as orientações do condutor.

6 – Saiba o que levar

Levar muita coisa ou aquilo que não seja muito útil, pode acabar causando transtornos e se tornar uma bagagem cansativa e que tira a satisfação de tudo o que o Ecoturismo tem a nos oferecer, leve apenas o necessário.

  • Roupas leves e flexíveis
  • Capa de chuva (Preventivo)
  • Agasalho
  • Chapéu ou boné
  • Roupa de banho
  • Protetor solar
  • Repelente
  • Lanterna
  • Cajado (bastão) para trilhas íngrimes
  • Bota de trilha
  • Kit primeiro socorros
  • Alimento e água

A maior parte dos acidentes ocorre por falhas humanas, por isso fique atento. Você é o principal responsável por sua segurança.

Todos nós sabemos o quanto a prática de uma atividade física é importante para nosso bem estar físico e mental, porém será que estamos aptos a iniciar um exercício físico sem que esta cause prejuízos a nossa saúde? A avaliação física é de grande importância antes de iniciar uma atividade, nela podem ser identificados fatores que possam prejudicar a prática e em vez de encontrar saúde, podemos desencadear lesões.

A natureza humana que é bastante adepta aos desafios e a procura de experiências únicas em lugares únicos, fez com que atividades como o Trekking e o Hiking tivessem um crescimento significativo de praticantes, de diferentes faixas etárias, formações culturais e níveis sociais.

Com a grande procura por essas práticas ao ar livre, é importante lembrar do papel do Fisioterapeuta e do Educador físico. É preciso levar em consideração patologias ou problemas ortopédicos, de cada indivíduo praticante, analisar a prática esportiva, os padrões de movimento e a sobrecarga, para evitar lesões ou qualquer outro problema que o impossibilite de praticar a atividade.

A avaliação de um Fisioterapeuta tem como objetivo triar o estado de saúde, identificar fatores biomecânicos que possam predispor você a algum tipo de lesão, traçar um plano preventivo ou de tratamento e planejar ações que levem a uma melhora quanto ao desempenho na prática do esporte escolhido.

Falando especificamente das atividades de longas distâncias (Trekking), uma boa base cardiovascular é um requisito básico para iniciar na caminhada em montanha, outro ponto chave, é o treinamento de força e resistência muscular. É importante identificar e corrigir os desequilíbrios e as fraquezas musculares.

Embora pensemos que estamos aptos para realização de um esporte por não termos dores ou lesões e que uma avaliação de um fisioterapeuta não se faz necessária, podemos estar equivocados.

A prática de atividades físicas é realmente de grande importância para nossa saúde e bem estar, e quando bem orientada e bem realizada os benefícios são ainda melhores.

Uma equipe que conta com esses dois profissionais, tem total suporte para discutir, orientar e planejar exercícios personalizados para uma prática ainda mais saudável e com menos riscos.

O ecoturismo no Brasil vem crescendo muito nos últimos anos.

A conscientização sobre a preservação e a necessidade do contato com a natureza tem feito muitas pessoas buscarem esses destinos no mundo todo.

Este tipo de turismo responsável tem grande importância sócio-ambiental, econômico e cultural. Desenvolver o ecoturismo de forma responsável aliada a preservação, ainda é um desafio no Brasil.

Confira abaixo algumas dicas importantes para ser um Ecoturista consciente e responsável.

Planejamento é fundamental

Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes.
Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.
Viaje em grupos pequenos. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.
Evite viajar para áreas mais populares durante feriados prolongados e férias.
Certifique-se de que você possui uma forma de acondicionar o seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta.
Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.

Cuide das trilhas e dos locais de acampamento

Mantenha-se nas trilhas pré determinadas, não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.
Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.
Acampando, evite áreas frágeis que levarão um longo tempo para se recuperar após o impacto. Acampe somente em locais pré-estabelecidos, quando existirem. Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água.
Não cave valetas ao redor das barracas, escolha o melhor local e use um plástico sob a barraca.
Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte nem arranque vegetação, nem remova pedras ao acampar.

Traga seu lixo de volta

Se você pode levar uma embalagem cheia para um ambiente natural, pode trazê-la vazia na volta.
Ao percorrer uma trilha, ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas as evidências de sua passagem. Não deixe rastros!
Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente, e animais podem cavar até o lixo e espalhá-lo. Traga todo o seu lixo de volta com você.
Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalação sanitárias (banheiros) na área, cave um buraco com quinze centímetros de profundidade a pelo menos 60 m de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, em local onde não seja necessário remover vegetação.

Deixe cada coisa em seu lugar

Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes etc. não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais.
Resista à tentação de levar “lembranças” para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc. onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.
Tire apenas fotografias, deixe apenas leves pegadas, e leve para casa apenas suas memórias.

Não faça fogueira

Fogueiras matam o solo, agridem física e visualmente os locais de acampamento e representam uma grande causa de incêndios florestais.
Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio para acampamento. Os fogareiros modernos são leves e fáceis de usar. Cozinhar com um fogareiro é muito mais rápido e prático que acender uma fogueira.
Para iluminar o acampamento, utilize um lampião ou uma lanterna em vez de uma fogueira.
Se você realmente precisa acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos, e somente se as normas da área permitirem.
Mantenha o fogo pequeno, utilizando apenas madeira morta encontrada no chão.
Tenha absoluta certeza de que sua fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área.

Respeite os animais e plantas

Observe os animais à distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.
Não alimente os animais. Os animais podem acabar se acostumando com comida humana e passar a invadir os acampamentos em busca de alimento, danificando barracas, mochilas e outros equipamentos.
Não retire os animais silvestres do seu habitat natural, muito menos os maltrate.
Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.

Seja cortês com outros visitantes

Ande e acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza favorece. Deixe rádios e instrumentos sonoros em casa.
Deixe os animais domésticos em casa. Caso traga o seu animal com você, mantenha-o controlado todo o tempo, incluindo evitar latidos ou outros ruídos. As fezes dos animais devem ser tratadas da mesma maneira que as humanas. Elas também estão sob sua responsabilidade. Muitas áreas não permitem a entrada de animais domésticos, verifique com antecedência.
Cores fortes, como branco, azul, vermelho ou amarelo, devem ser evitadas, pois podem ser vistas a quilômetros de distância e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados.
Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade.

Você é responsável por sua segurança

O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade.
Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança, com instruções para acionar o resgate, caso necessário.
Avise a administração da área que você está visitando sobre: sua experiência, o tamanho do grupo, o equipamento que vocês estão levando, o roteiro e data esperada de retorno. Estas informações facilitarão o seu resgate em caso de acidente.
Aprenda as técnicas básicas de segurança, como navegação (como usar um mapa e uma bússola) e primeiros socorros. Para tanto, procure clubes excursionistas, escolas de escalada, etc.
Tenha certeza de que você dispõem do equipamento apropriado para cada situação. Acidentes e agressões à natureza em grande parte são causados por improvisações e uso inadequado de equipamentos. Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva e um estojo de primeiros socorros, alimento e água, mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.
Caso você não tenha experiência em atividades recreativas em ambientes naturais, entre em contato com centros excursionistas, empresas de ecoturismo ou condutores de visitantes. Visitantes inexperientes podem causar grandes impactos sem perceber e correr riscos desnecessários.

Contrate um guia

Escolha ir sempre acompanhado de alguém que conheça o caminho e tenha experiência ou contrate um guia. Respeite e siga sempre as orientações do condutor. Ele está ali para assistir, orientar e conduzir as pessoas ou grupos durante os passeios. Contratar um guia de turismo capacitado pode ser o elemento mágico para tornar sua viagem ainda melhor. Algumas pessoas acham que o guia simplesmente apresenta o lugar e roteiros. Mas, no fundo, ele faz muito mais do que isso, ele conhece bem a região e os atrativos, vai poder te passar informações de onde oferece segurança para entrar ou não, aquela sugestão que você não sabia ou não havia dado importância, mas que vale a pena e pode deixar seu passeio ainda melhor. Esses são alguns de muitos motivos para contratar um guia.

Carnaval chegando, feriadão, malas prontas e muita vontade de aproveitar ao máximo os dias de folia!

Fazer uma viagem é algo prazeroso e está na lista de prioridades de muitas pessoas para o período de férias. Muitos trabalham o ano todo apenas pensando nesses dias, onde estarão longe de casa e da rotina, buscando apenas diversão e um pouco de sossego. Porém, é preciso ter cuidados com a saúde durante a viagem. Assim, este período tão esperado não se torna uma tremenda dor de cabeça.

Da mesma maneira que fazemos um check-up em nossos carros antes de pegar a estradas, precisamos tomar uma série de cuidados para não sermos traídos pela nossa saúde quando estivermos a passeio.

Faça um checkup médico

Você não quer ter uma surpresa desagradável quando estiver longe de casa e dos seus médicos, não é mesmo? Então, antes de meter o pé na estrada, é primordial que você faça um check-up completo. Esse é um dos principais cuidados com a saúde durante a viagem.

Se você tem alguma doença pré-existente como diabetes, asma, doenças cardíacas, hipertensão, epilepsia ou outras doenças crônicas requerem cuidados especiais, aproveite a consulta com um médico para atestar a permissão para sua viagem, além de lembrar-se de carregar o seu remédio de uso continuo, e verificar a validade do seu plano de saúde.

Preste atenção na alimentação

Passar horas viajando requer que você tenha um amplo controle do seu sistema digestivo. Ninguém quer passar mal justamente no deslocamento ou até pior: no seu destino paradisíaco!

Pegue leve nos seus pratos nos dias anteriores, fuja de comidas muito condimentadas, gordurosas ou de cozinha que você desconhece. É hora de investir em frutas, legumes e carnes magras.

Visite seu dentista

A maioria das pessoas nem pensa nisso, mas é algo essencial antes de viajar. Imagine estar curtindo suas férias e ter um bloco solto, um siso nascendo ou uma cárie não tratada? Fazer um check-up dental também é indispensável e vai garantir que você possa aproveitar a cozinha local sem medo, desde que com bom senso.

Proteja seus olhos

Quando viajamos para lugares ensolarados, nossos olhos costumam sofrer. Para isso não ocorrer, é indispensável que você proteja sua visão e esteja atento a esse aspecto. Leve sempre óculos escuros de qualidade, comprados em lojas reconhecidas e de marcas tradicionais.

Lentes “piratas” não filtram os raios solares e podem causar incômodos, dores e até doenças oculares com o uso constante. Outra questão que vale lembrar é se você usa óculos de grau: sempre é recomendado levar um extra, pois se você perder ou quebrar o seu, não dará tempo de fazer um novo e você pode perder o visual que esperou o ano inteiro para observar.

Atualize suas vacinas

Há diversas regiões que você precisa estar devidamente vacinado para poder embarcar. Então, revise sua carteirinha de vacinação, verifique se estão todas em dia. Se tiver alguma vacina atrasada, basta levar a carteirinha no posto de saúde mais próximo da sua casa.

Além das vacinas, há os reforços que precisam estar em dia também. Leve as carteiras de vacinação junto com os documentos.

IMPORTANTE: Se você vai levar o pet na viagem, lembre-se de revisar as vacinas dele também e de carregar consigo a carteira de vacinação do pet.

kit de medicamentos básicos

Ao organizar suas malas para a viagem lembre-se da importância de levar um kit de medicamentos básicos, pois ele pode ser extremamente útil em caso de algum imprevisto.

  • Kit de emergência do turista:
  • Atestado de vacina
  • Cobertura/carteirinha do plano de saúde
  • Termômetro
  • Analgésicos
  • Antitérmicos
  • Antiácidos
  • Antissépticos
  • Curativos e bandagens adesivas
  • Repelente para insetos
  • Protetor solar

Com essas dicas, sua viagem terá tudo para ser um sucesso.

Nos últimos anos o ecoturismo tem crescido a taxas entre 15% e 20% no Brasil, segundo o Sebrae, muito acima do que outros segmentos do turismo, e mais ainda do que outros setores da economia. Isso foi afetado por uma série de motivos, mas sem dúvida, os principais foram a crescente busca por melhor qualidade de vida, além, claro, das redes sociais.

Neste crescimento do setor de turismo ecológico há cada vez mais pessoas iniciando em atividades ao ar livre, buscando por uma melhor qualidade de vida e bem-estar, o que aumenta a responsabilidade das empresas que estão no mercado, por conta do tipo de introdução que a empresa faz deste novo aventureiro ao ambiente natural.

Entendemos que esta introdução não é simplesmente levar o turista para fazer uma trilha pela primeira vez na vida, é preciso informar antes e conscientizar durante a atividade, para que depois da mesma se reflita em uma nova educação, de respeito para com o ambiente natural, todos os seres vivos encontrados pelo caminho e à sua própria vida.

A preparação antes para uma atividade ao ar livre é o primeiro passo para que no dia tudo ocorra bem e satisfaça suas expectativas.

Estar preparado é saber o que vai ou pode encontrar pelo caminho na aventura, mas também estar vestido de forma adequada e carregando equipamentos e alimentação adequados para sua segurança, conforto, saúde e para o mínimo impacto.

A Pegada Ecoturismo, por exemplo, envia antes de cada roteiro todas as informações necessárias para preparar o “ecoaventureiro”, seja ele experiente ou iniciante, preparamos também um e-book: Guia básico para trilheiros iniciantes com intenção de preparar, informar e conscientizar a respeito de atividades ao ar livre, entre outras informações, além do trabalho de conscientização realizado durante a atividade, através de seus condutores e guias locais.

Seguro e Segurança no Ecoturismo

O número de pessoas procurando e adquirindo pacotes de roteiros de ecoturismo tem aumentado consideravelmente, taxa muito maior do que o turismo convencional.

Essa demanda de pessoas interessadas no ecoturismo criou um novo nicho de mercado, as agências de ecoturismo, ou como algumas dizem, agências especializadas em “trips”, grupos, seja bate-volta ou com pernoite.

Essas agências ou grupos geralmente surgem nas próprias redes sociais, algumas poucas delas têm site, menos ainda são as possuem os marcos legais, como empresa aberta e cadastro no Ministério do Turismo, o famoso CADASTUR.

Neste contexto, chegamos a questão MAIS IMPORTANTE de tudo isso, a SEGURANÇA, que não pode ter este mesmo caráter informal, pelo menos deveria ser tratada com seriedade, mas não é bem o que se vê por aí.

Assim como na vida, onde dizem que são nos momentos difíceis que conhecemos os verdadeiros e bons amigos, em termos de prestação de serviços em viagens é a mesma coisa. Mas sugiro, não espere um momento difícil para saber o nível da empresa que você está contratando.

Por isso, antes de se aventurar por aí, é preciso saber quem de fato você está seguindo e como esta pessoa/agência está preparada para prevenção de acidentes ou caso “algo der errado”

  • Esta empresa está legalmente estabelecida?
  • Esta empresa utiliza alguma forma de monitoramento dos seus grupos?
  • Os guias/condutores/monitores possuem treinamento específico para atividade?
  • Os guias/condutores/monitores carregam kit de primeiros socorros?
  • A empresa possui um protocolo para caso “algo dê errado”?
  • A empresa possui algum seguro para caso “algo dê errado”?
  • Se possui seguro, este seguro cobre de fato a atividade que estará sendo executada?
  • Este seguro cobre somente morte ou também despesas médicas e odontológicas?

Estas perguntas são importantes a serem feitas antes de se aventurar por aí com qualquer empresa, pois o barato pode sair caro, e as consequências podem ser bem ruins.

Cabe a consciência de cada um sobre a quem vai confiar sua vida ao sair por aí se aventurando.

A Pegada Ecoturismo tem o compromisso de além de proporcionar a melhor experiência a seus clientes e ser uma empresa devidamente apta a atuar no mercado, trabalhar com protocolos e mecanismos de segurança que levem o turista de fato à uma AVENTURA SEGURA.

Aventureiros estão a maior parte do tempo ao ar livre e muitas vezes à mercê das condições climáticas, como a exposição ao sol, que nem sempre é aliado das aventuras. Sol demais pode trazer prejuízos ao corpo, e um desses problemas é a insolação e desidratação.

Explicaremos um pouco o que é isso, como prevenir, identificar e o que fazer quando o sol se torna um inimigo.

A insolação acontece quando a temperatura corporal aumenta muito e rapidamente, de modo que apenas o suor não dá conta de fazer o resfriamento do corpo.

O que causa a insolação

Ela é causada pela exposição direta e prolongada ao sol forte ou pela grande intensidade de calor. Ela normalmente inicia com um quadro de desidratação (pela perda de suor, sem a reposição adequada dos líquidos) e vai evoluindo para níveis mais sérios.

A insolação pode ser apenas leve ou chegar a situações graves, ocasionando inclusive perda de consciência e morte, se não houver intervenção médica para baixar a temperatura corporal e reidratar a vítima. Quanto antes identificado o problema, mais fácil o tratamento.

Sintomas de insolação

A vítima de insolação começa sentindo dor de cabeça, tontura, náusea e a pele quente. Logo depois, se não for tratada, o pulso acelera, a visão fica embaçada, a respiração vai ficando mais difícil e a pessoa geralmente desmaia. Em estado avançado de insolação, pode acontecer a perda de consciência, que pode levar à má oxigenação do cérebro, fazendo com que a pessoa possa ter lesões cerebrais irreversíveis. Confira abaixo os sintomas:

  • Cefaleia (dor de cabeça)
  • Tonteira
  • Náusea
  • Pele quente e seca (não há suor)
  • Pulso rápido
  • Temperatura elevada
  • Distúrbios visuais
  • Respiração rápida e difícil

Como prevenir insolação

  • Evite se expor ao sol no horário das 12h às 15h, que é considerado o período de sol mais forte.
  • Use filtro solar e reaplique de tempos em tempos de acordo com a indicação na embalagem. Isso evita as queimaduras.
  • Hidrate-se com água, isotônicos ou sucos. Um dos líquidos mais recomendados para hidratação é a água de coco, mas cuidado para não ingerir em excesso já que ela é um laxante natural.
  • Proteja a cabeça do sol usando bonés, bandanas e chapéus. Uma dica legal é manter a cabeça molhada. Se estiver com uma bandana, molhe ela, pois isso mantém mais baixa a temperatura da cabeça e dá uma sensação agradável.
  • Use roupas leves e soltas, nada que fique apertado no corpo, dificultando a transpiração e aumentando a sensação de calor.
  • Use óculos escuros para proteger a visão.

Tratamento da insolação

Caso seja identificado os sintomas de insolação, atenção às dicas abaixo. São todas bastantes simples e fáceis de serem executadas:

  • Mantenha a pessoa em repouso e recostada, com a cabeça sempre elevada.
  • Leve o aventureiro para um lugar fresco, na sombra, passe água pelo corpo e aplique compressas com água fresca na testa e principalmente nas articulações (pescoço, nas axilas e nas virilhas), para ajudar a baixar a temperatura.
  • Deixe a pessoa o mais arejada possível, removendo parte da sua roupa (se possível, deixar somente com roupas íntimas).
  • Faça a pessoa beber água, não muito gelada, nem em grandes quantidades. O ideal é uma água fresca, que deve ser bebida aos pouquinhos. Podem ser ingeridos outros líquidos também, como sucos ou isotônicos, mas nada de bebidas alcóolicas.
  • Se a temperatura corporal não diminuir e a pessoa não melhorar, procure ajuda médica com urgência. Não deixe que a situação se agrave ao ponto de ocorrer perda de consciência. Em casos graves, a pessoa pode sofrer até mesmo uma Parada Cardiorrespiratória (PCR), que poderá levar à morte.

Vale ressaltar que, mesmo que a vítima se sinta melhor, ela não poderá ficar novamente exposta ao sol pelo menos até o dia seguinte.

Desidratação

A desidratação acontece quando seu corpo não está recebendo a quantidade de água necessária. Ela pode ser causada por perda excessiva de líquidos (principalmente durante a realização de atividades físicas intensas ou excesso de calor) ou mesmo pela falta de ingestão de água.

A desidratação é classificada como leve ou grave, dependendo da quantidade de líquido que o corpo perdeu ou que não foi reposto.

O que causa desidratação

Há várias situações que podem levar a um quadro de desidratação. Em caso de aventuras e acampamentos, os mais comuns são: suor excessivo, vômitos e diarreia (esses dois últimos causados principalmente pela ingestão de água e alimentos inadequados).

Sintomas de desidratação

Desidratação leve

Sentir sede ou perceber que a boca está seca é um sinal de uma desidratação leve. Mas, na fase inicial de desidratação, nem sempre a pessoa sente sede, por isso é importante também estar atento a outros sintomas, como dor de cabeça, tonturas ou falta de vontade de urinar.

Desidratação grave

Quando o nível de desidratação piora e se agrava, a pessoa fica confusa, irritadiça e sua boca fica extremamente seca. Outros sintomas são pressão baixa, frequência cardíaca alta e falta de vontade de urinar por mais de oito horas ou ao ir ao banheiro, observar que a cor da urina está amarela escura ou até alaranjada. Em casos extremos, a pele se torna tão seca que, ao apertá-la, ela fica enrugada, a pessoa sente febre e começa a delirar. Em uma situação ainda mais grave, os rins (e outros órgãos) podem entrar em colapso e pode ocorrer perda de consciência, convulsões, coma e até a morte.
Tratamento da desidratação

A ingestão de água é geralmente suficiente para resolver a desidratação leve. É melhor ingerir quantidades pequenas de líquidos (usando uma colher de chá ou até mesmo uma gaze umedecida) do que dar goles grandes de uma vez só. Quando em uma situação de desidratação, a ingestão de uma grande quantidade de líquidos de uma só vez pode causar náusea e, assim, mais vômitos, agravando mais ainda a desidratação.

Além da ingestão de água, também é possível amenizar uma situação de desidratação com a ingestão de isotônicos (como Gatorade, Powerade etc.) que, além de água, possuem sais minerais e carboidratos e foram desenvolvidos especialmente para repor líquidos e sais minerais perdidos pelo suor durante a transpiração.

Soro caseiro e água de coco também são excelentes formas de repor líquidos. No entanto, uma observação muito importante sobre a água de coco é que, se ingerida em grande quantidade, pode levar o aventureiro a ter diarreia, já que ela também tem o poder laxante.

Fluidos intravenosos (soro hospitalar) e hospitalização são a melhor opção em caso de desidratação mais grave. Como sempre informamos em nossos artigos, é muito importante a busca médica, principalmente em casos mais graves, pois só uma pessoa habilitada poderá avaliar o real quadro clínico de uma pessoa com desidratação.

Mas o mais importante: se o aventureiro estiver em um local extremo ou isolado, já procure repor os líquidos aos primeiros sinais de desidratação, para que a situação não se agrave.

Como prevenir

  • Mesmo sem sede, beba líquidos diariamente, ainda que seja em quantidades pequenas, principalmente se estiver fazendo atividades físicas. No mínimo, um copo por turno, se você não estiver fazendo uma atividade de grande intensidade. Já se você estiver fazendo um trekking ou uma travessia de longa distância, beba constantemente. Procure beber não menos que 1,5 litro por dia, se estiver realizando atividades físicas, ou em uma situação de calor, aumente essa quantidade.
  • Pode-se levar uma garrafa de água e uma de isotônico ou água de coco e intercalar, bebendo um pouco de cada.
  • Além da água, boa parte do líquido que necessitamos vem de alimentos. Sendo assim, pausas para um pequeno lanche, como frutas por exemplo, também ajudam na prevenção da desidratação.
  • Esteja sempre controlando a quantidade de água que carrega, para não acontecer de ela acabar no meio da aventura. Além disso, procure carregar sempre consigo uma garrafinha de água extra, para ser usada apenas em situação de emergência.

Receita de soro caseiro

Esta medida é para um copo de água e as colheradas são baseadas nas colheres de cafezinho e de sobremesa.

  • 1 Copo de água (200 ml)
  • 1 Colher de cafezinho de sal
  • 2 Colheres de sobremesa de açúcar

O sol pode ser um grande amigo e ao mesmo tempo um grande inimigo dos aventureiros que realizam atividades ao ar livre portando fique ligado.

Bom, agora que já estão todos informados é só curtir o verão com muita responsabilidade e saúde!

O termo Estrada Real refere-se aos caminhos trilhados pelos colonizadores durante a descoberta do ouro no estado de Minas Gerais.

No Brasil, o nome “Estrada Real” refere-se a qualquer via terrestre que, à época do Brasil Colônia, era percorrida no processo de povoamento e exploração econômica de seus recursos, em articulação com o mercado internacional.

A Estrada Real é a maior rota turística do país. São mais de 1.630 quilômetros de extensão, passando por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, ela resgata as tradições do percurso valorizando a identidade e as belezas da região.

A sua história surge em meados do século 17, quando a Coroa Portuguesa decidiu oficializar os caminhos para o trânsito de ouro e diamantes de Minas Gerais até os portos do Rio de Janeiro. As trilhas que foram delegadas pela realeza ganharam o nome de Estrada Real.

Com o objetivo de preservar este patrimônio histórico, foi criado um projeto em 2001 para transformação dessa estrada em ponto turístico. Ao todo são 177 cidades no entorno da Estrada Real, sendo 162 em Minas Gerais, 8 no Rio de Janeiro e 7 em São Paulo.

Conhecer a Estrada Real é reviver a história descobrindo lugares inesquecíveis. Cercado por montanhas e muita cultura, o complexo reúne uma série de atrativos para turistas que passam pela região. A Estrada Real é formada por quatro caminhos:

Caminho Velho

Também chamado de Caminho do Ouro, foi o primeiro trajeto determinado pela Coroa Portuguesa e liga Ouro Preto a Paraty.

Caminho Novo

Criado para servir como um caminho mais seguro ao porto do Rio de Janeiro, principalmente porque as cargas estavam sujeitas a ataques piratas na rota marítima entre Paraty e Rio.

Caminho dos Diamantes

O caminho tinha a intenção de conectar a sede da Capitania, Ouro Preto, à principal cidade de exploração de diamantes, Diamantina.

Caminho Sabarabuçu

Distrito de Ouro Preto, o lugar é cercado por esplêndidas paisagens de montanha e lendas que permeiam o imaginário popular.

Além das belezas das paisagens, a Estrada Real mostra uma parte importante da história do Brasil.

As rotas da Estrada Real estão intimamente ligadas à própria história do Brasil e quem percorrê-la terá a chance de levar na bagagem séculos de lutas, conquistas e descobertas que foram fundamentais para o desenvolvimento do país.

A Estrada Real te espera. Arrume as malas e boa viagem!

Visitar uma cachoeira é algo renovador. As águas correntes parecem sempre renovar a alma daqueles que se colocam debaixo das quedas d’água. Curtir esse presente da natureza é algo maravilhoso não é mesmo?

A temporada de chuva vem se aproximando e muitos são os cuidados que devemos tomar próximos à rios e cachoeiras, por conta da famosa “cabeça d’água, conhecida popularmente como tromba d’água. Mas não é somente em épocas de chuvas que devemos tomar todo cuidado possível. O cuidado deve ser redobrado sobretudo durante período de chuvas.

Cachoeiras e rios podem ser tremendamente cruéis se você não observar alguns cuidados básicos. É preciso muito cuidado e atenção na hora de se aventurar por quedas d’água por aí. Infelizmente tem muitos se aventurando sem nenhum conhecimento do local ou da região que escolheu para levar os amigos e familiares.

Ao programar uma trilha, é necessário verificar a previsão do tempo para o dia. O mais aconselhável é evitar a visita quando houver ameaça de chuva. Além disso, as chuvas nas cabeceiras podem elevar rapidamente o nível da água do leito dos rios e com isso, provocar o fenômeno conhecido como tromba d’água. Caso a trilha já tenha começado quando o temporal desabar, a recomendação é retornar ao local de origem. Se houver cachoeira, o ideal é procurar um ponto alto, distante do curso d’água.

Mesmo que você conheça bem o local, verifique a profundidade antes de mergulhar. As águas se movimentam o tempo todo e, com elas, as pedras, os troncos de árvores no fundo.

Muito cuidado com as pedras. O fato de elas estarem secas não quer dizer que não estão escorregadias. Por onde passa a água deixa limo e, mesmo que imperceptível algumas vezes, ele está lá e é perigoso. O risco de levar um escorregão nesses locais é muito grande. Fique de olho especialmente nas pedras que possuem uma “sujeira” marrom, escorregam feito sabão!

Cuidado na hora de pisar em pedras. Um escorregão e seu passeio pode acabar ali. Então não abuse.

Se vai com família, nunca deixe as crianças sozinhas. Elas geralmente são aventureiras, curiosas e não têm dimensão dos perigos. Não tire os olhos delas.

Também é fundamental avisar aos familiares ao ir a uma trilha ou cachoeira e informar a previsão de retorno.

Cuidado com os chinelos de dedo (aquelas sandálias, tipo havaianas). Eles são um perigo, escorregam nas pedras, pois não dão firmeza nenhuma aos pés. Usem calçados apropriados, com solado próprio para água, calçados que firmem bem nos seus pés.

Nas áreas mais difíceis de atravessar, não arrisque pulos e se possível, caminhe usando as mãos também. Em alguns momentos, andar de quatro garante a passagem segura. Antes de dar um passo, teste se está seguro antes de colocar seu peso todo sobre o apoio – seja uma pedra, um tronco, um galho. Pedras perto de cachoeiras e rios são escorregadias como sabão. Cuidado!

Jamais atravesse uma corredeira. Ela pode parecer fraquinha, mas a água tem muita força sempre e as pedras submersas são extremamente escorregadias. Sem equilíbrio você não tem chance alguma.

Locais mais perigosos costumam ter sinais de alerta. Para ter um passeio com segurança é importante que todos respeitem a sinalização e evitem o banho nestes lugares, como saltos e mergulhos.

Não use bebida alcoólica ou qualquer outra substância entorpecente. Você precisa estar no melhor do seu juízo para tomar decisões acertadas, medir seus passos com precisão e controlar bem seu corpo.

Não participe ou promova brincadeiras de empurrar ou dar tombo em colegas. Deixe as brincadeiras pra outra hora em que você não coloque em risco a vida de ninguém e a sua.

Contrate um guia:

Escolha ir sempre acompanhado de alguém que conheça o caminho e tenha experiência ou contrate um guia. Respeite e siga sempre as orientações do condutor. Ele está ali para assistir, orientar e conduzir as pessoas ou grupos durante os passeios. Contratar um guia de turismo capacitado pode ser o elemento mágico para tornar sua viagem ainda melhor. Algumas pessoas acham que o guia simplesmente apresenta o lugar e roteiros. Mas, no fundo, ele faz muito mais do que isso, ele conhece bem a região e os atrativos, vai poder te passar informações de onde oferece segurança para entrar ou não, aquela sugestão que você não sabia ou não havia dado importância, mas que vale a pena e pode deixar seu passeio ainda melhor. Esses são alguns de muitos motivos para contratar um guia. E lembre-se: O principal responsável pela sua segurança é você mesmo.

Divirta-se com responsabilidade. Cuide de sua segurança e respeite a natureza e as pessoas.

Preserve a natureza acima de tudo. Levar sacolas plásticas para colocar o lixo, retornando com elas e respeitar o meio ambiente é essencial.

O Passaporte Estrada Real é uma iniciativa do Instituto Estrada Real. Um documento no qual o viajante vai registrar sua passagem pelos Caminhos da Estrada Real, por meio de carimbos iconográficos, nos pontos credenciados. E, completando qualquer dos percursos, terá direito a um Certificado que atestará a sua passagem pelo caminho escolhido.

O certificado é dado ao viajante que conseguir passar pelo menos em:

  • Caminho dos Diamantes: 10 carimbos
  • Caminho Novo: 8 carimbos
  • Caminho Velho: 14 carimbos
  • Caminho do Sabarabuçu: 04 carimbos

Confira (aqui) todos os detalhes e regras sobre o Passaporte Estrada Real.

O passaporte é gratuito, mas é necessário levar 1 Kg de alimento não perecível ou uma peça de roupa para ser doada a uma instituição de caridade.

O passaporte da Estrada Real é individual e se estiver viajando em grupo, cada um deve solicitar o seu passaporte.

Com um único passaporte é possível percorrer os Caminhos Velho, Novo, dos Diamantes e Sabarabuçu.

Como posso solicitar o meu Passaporte?

O passaporte da Estrada Real pode ser solicitado pelo site do Instituto Estrada Real, clique (aqui) para acessar a página e preencher o formulário. Após o preenchimento do formulário, você tem até 60 dias para retirá-lo em um dos pontos de distribuição.

Aonde devo retirar o meu Passaporte e Certificado?

O passaporte e o certificado podem ser retirados nas seguintes cidades: Ouro Preto, Paraty, Petrópolis, Tiradentes, Cocais, Diamantina. Um detalhe importante é que o certificado não pode ser retirando em Tiradentes, em Tiradentes você tem a opção de retirar apenas o Passaporte.

Onde posso carimbar o Passaporte Estrada Real

Os carimbos são a prova de que você passou por determinada cidade. Durante o percurso, você encontrará diversos Pontos de Carimbo espalhados por algumas cidades que fazem parte do Caminho, normalmente os postos são nos Centros de Informação Turística mas também podem estar em hotéis ou restaurantes. Mas lembre, que para completar o passaporte, só será aceito um carimbo por cidade. Portanto, conheça bem cada cidade, explore os Pontos de Carimbo e escolha o seu preferido para registrar sua aventura.

Um pouco sobre a Estrada Real

A Estrada Real é considerada a maior rota turística do país, com mais de 1.630 km de extensão, passando por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

Surgiu em meados do séculos 17, quando a Coroa Portuguesa oficializou os caminhos para transitar com ouro e diamante de Minas até os portos no Rio de Janeiro. E por serem trilhas delegadas pela realeza, ganhou o nome de Estrada Real.

A Estrada Real busca a valorização da identidade e belezas da região, além de resgatar suas tradições.

Quais os Caminhos percorridos na Estrada Real?

Caminho dos Diamantes: Conexão entre Ouro Preto e Diamantina passando pelas cidades: Diamantina, Serro, Mariana e Ouro Preto.

Caminho Novo: Alternativa para o Caminho Velho, mais curto e de fácil acesso. Cidades: Lavras Novas, Juiz de Fora, Paraíba do Sul, Petrópolis.

Caminho Velho: Liga o interior de Minas ao litoral do Rio. O caminho velho possui mais de 585 km de estrada de terra. Uma ótima opção para quem gosta de aventura! Cidades: Tiradentes, São João Del Rey, Caxambu, Paraty.

Caminho do Sabarabuçu: Rota alternativa para alcançar o topo da Serra da Piedade com 77,5% de estrada de terra e 22,5% de trilha. Cidades: Cocais – Distrito de Barão de Cocais, Caeté, Sabará e Glaura – conhecida como Casa Branca.

Quer saber mais detalhes sobre o Passaporte, os Caminhos e roteiros da Estrada Real?

Visite o (site) Instituto Estrada Real e saiba mais.